Enoteca Grand Cru Alphaville retoma as operações

Inaugurada no início de setembro de 2013, a Enoteca Grand Cru Alphaville, cuja loja tem em anexo um ótimo restaurante italiano, tem clientes cativos e durante a crise viu o sistema de pedidos aumentar, fazendo as entregas por delivery. Agora a loja e o restaurante, comandados pelo franqueado João Paulo Garcia Leal, voltaram a operar, mesmo com restrições.

E essa é uma boa notícia para a própria Grand Cru. A unidade de Alphaville é uma das quase 80 do portfólio da importadora, a maior da América Latina, somando entre franquias, lojas próprias e quiosques. E uma das mais importantes da rede. “É uma loja consolidada com sete anos de operação e que oferece uma experiência completa para o cliente”, diz Heitor Soubihe, Gerente de Expansão e Franquias da Grand Cru. “Vale ressaltar que também estamos falando de uma região de alto padrão, muito bem frequentada. Seja pelos moradores, como por executivos que trabalham na região. Estamos felizes com essa sólida parceria com o fraqueado.”

Loja da Grand Cru em Alphaville

Aproveitamos a reabertura da Enoteca para conversar com João Paulo Garcia Leal, que falou sobre as operações na pandemia, o novo funcionamento do restaurante e de como ele teve a ideia de ser um franqueado da Grand Cru.

Como a pandemia afetou a loja? Vocês já faziam delivery?
Bem, temos dois negócios funcionando juntos ali. Um é o restaurante, que ficou fechado desde 20 de março até o início de agosto. Já fazíamos delivery, mas ele cresceu muito neste período de isolamento social – e agora está caindo de novo, pois as pessoas estão voltando ao restaurante. Já na enoteca, as entregas de vinho cresceram e continuou na mesma batida. As pessoas que compravam presencialmente passaram a comprar por telefone. Apenas deixou de ser um atendimento presencial.

Como está sendo o processo de reabertura da loja e do restaurante em Alphaville?
Reabrimos ambas há quatro semanas, com horários reduzidos e ocupação de até 40% da capacidade. Abrimos por quatro horas no almoço e quatro no jantar, totalizando oito horas por dia, de segunda a sábado. Também temos a versão digital do menu e da carta de vinhos, que o cliente acessa por QR-code. O funcionamento da loja é igual ao do restaurante.

Houve alguma alteração significativa nos estoques ou nos preços, ainda mais com a forte alta do dólar desde o começo do ano?
Não. Eu não sou importador, apenas o franqueado, e só compro vinhos da Grand Cru. E eles mantiveram os preços pré-pandemia, o que foi muito bom para o negócio. Quanto ao abastecimento, estamos muito perto do centro de distribuição da Grand Cru, então também não mudou nada. Do meu ponto de vista de lojista, não tive dificuldade de compra ou reposição de rótulos.

Acontece muito de um cliente do restaurante comprar vinhos na loja?
Sim. Muitas vezes, quem sentou no restaurante para comer e decidiu tomar um vinho, se provou e gostou, depois passa na loja na saída para levar duas garrafas para casa. A venda na mesa faz parte do negócio, é uma venda derivada. Um diferencial muito grande é que o vinho servido à mesa tem o mesmo preço da loja.

O conceito do restaurante é independente da loja?
Sim, o restaurante é um negócio totalmente autônomo em relação à loja. Tenho liberdade de gerir o restaurante como eu achar melhor, com o cardápio que eu quiser, preços, salão. É um restaurante italiano, com a cozinha comandada pelo chef Antonio Rodrigues. No almoço servimos um menu executivo mais enxuto, com pratos mais afetivos, como picadinho de filé mignon. Já o jantar é mais autoral, o salão é mais tranquilo, com clientes que não estão com pressa. Há pratos que saem mais, como a paleta de cordeiro, que tem uma preparação longo, oito horas assando no forno, e que existe desde o início do restaurante. Outros itens muito vendidos são o bacalhau e o ossobuco.

Qual o acervo de vinhos da loja? E na mesa, e a mesma oferta?
Temos mais de 300 rótulos na enoteca. Já a carta de vinhos à mesa é um pouco mais limitada, tem cerca de 80 rótulos. Mas é um atendimento informal, muitas vezes o cliente levanta e vai até as prateleiras escolher o vinho que ela quer tomar. E ainda são auxiliados pelo sommelier e pelos garçons, que são treinados para isso.

Por que você resolveu ser um franqueado da Grand Cru?
A ideia era ter uma diversificação da atividade profissional que eu já exercia, uma outra fonte de renda que não tivesse nada a ver com minha carreira. Eu já era um fã de vinhos, então foi fácil escolher essa área. Digamos que vender parafuso pode ser meio chatinho, não dá para se empolgar muito. Já vender comida e vinho é bem mais interessante (risos). Sem nenhuma crítica a quem vende parafusos, eles são importantes!

Loja da Grand Cru em Alphaville

Fotos: Divulgação

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