Startup brasileira que inovou com o café de comer BitCoffee celebra com novo hábito de consumo

Marca vem conquistando o mercado com confeitos e creme de café 100% Arábica Premium, despertando um novo hábito de consumo de um dos produtos mais consumido no mundo, em bebida, fica atrás somente da água

O Brasil é o segundo maior consumidor de café no mundo, e não perdeu seu status no ranking mesmo com a crise econômica derivada da pandemia de Covid-19. Apesar das adversidades, a procura por café registrou um aumento de 1,34% e, segundo a Embrapa, a demanda de sacas do produto em 2021 deve chegar a 25 milhões.

Entre um cafezinho e outro, são consumidas mais de 400 bilhões de xícaras no Brasil. No mundo, o café é a segunda bebida mais tomada, ficando atrás somente da água. Não é à toa que a iguaria tem uma data especial só para ela: Dia Mundial do Café, celebrado em 14 de abril.

Ousando e inovando nesse mercado, a Cafene Innova –startup brasileira de tecnologia alimentar- lançou ocafé de comer BitCoffee,com a proposta de incrementar o setor e inspirar um novo hábito de consumo além de beber café, o de comer.

O BitCoffee é obtido a partir do processamento de café 100% Arábica Premium, que resulta em uma massa de café integral na qual estão preservadas as características de aroma e sabor, além da oferta nutricional que neste produto tem seus benefícios potencializados. Com isso, é possível manter cerca de 85% das propriedades nutricionais do grão.

A inovação está presente no varejo em três variações de sabores de confeitos: “Espresso”, “Cappuccino” e “Café com leite”, nas versões zero e tradicional, proporcionando uma experiência até então desconhecida pelo consumidor. A partir da mesma massa, foi lançado também o Creme de Café, criado inicialmente nos sabores “Espresso” e “Cappuccino” na versão Zero Açúcar.

A empresa possui distribuição em diversas regiões do Brasil, da qual vem expandindo com parcerias e se prepara para investir no mercado externo. “Através do e-commerce, conseguimos expandir nossa área de atuação e já estamos em negociação com outros países para fixar a bandeira brasileira com essa inovação em outros mercados pelo mundo”, explica Alexandre Pregnaca, Gerente de Negócios da Cafene Innova.

Segundo dados da Associação Brasileira de Industria de Café (ABIC), o setor é composto por micro e pequenos empresários, tendo a maior produção industrial na região Sudeste, 76,6%. Na mesma região está 45% do consumo nacional do café. Já no quesito consumo, a Finlândia aparece em primeiro lugar com mais de 12kg per capita por ano. E uma curiosidade que mostra a representatividade do café no mercado global é que o grão é a segunda mercadoria mais comercializada no mundo, ficando atrás somente do petróleo bruto.

A startup Cafene Innova também firmou parceria com a EuReciclo para solução de logística reversa de embalagem, contribuindo com a redução dos impactos na natureza. E apoia a ADID –Associação para Desenvolvimento Integral do Down-, revertendo parte das vendas à entidade que atua desde 1989 educando, preparando e incluindo pessoas com Síndrome de Down no mercado de trabalho.

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